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Archive for 14/05/09

felipe vuelve a casa con las ovejas sonando | los lirios del bosque

felipe vuelve a casa con las ovejas sonando

El paseo de Gonzalo Abril entre los lírios es una buena excusa para recordar Felipe vuelve a casa con las ovejas sonando, un documental basado en el concierto con ovejas de Nilo Gallego y Felipe Quintana realizado en Bercianos del Real Camino.
Aquí puedes escuchar la partición de audio del proyecto, a 192kbs
Canción improvisada:Ildefonso Rodriguez (clarinete), Nilo Gallego (bombo), Felipe Quintana (rebaño).Sonido directo: Nilo Gallego. Mezcla sonido: Iñaki Rios.
, y puedes seguir leyendo el artículo que Gonzalo Abril escribió para la ocasión

Guía mínima para devenir manada

por Gonzalo Abril, enseñante y músico. Extraido de Felipe vuelve a casa con las ovejas sonando, editado por el centro de operaciones Land Art El Apeadero de Bercianos del Real Camino.

(En recuerdo de Lola Gavira)

¿Quién atiende hoy al sonido de los rebaños si las ovejas no llevan sirenas de 5.000 watios?

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crebas no estaleiro

Março 4, 2009

Conheçamos Copyriot

copyriot

Com a intenção de continuarmos a divulgar projectos relacionados com a cultura livre, publicamos agora, neste post, o manifesto de Copyriot, uma iniciativa impulsionada no vizinho Portugal por diferentes produtores e entidades da cultura como Casaviva, Raízes, Trocal, A. Pedro Ribeiro, Gaia, Sopa, Trashbaile, Rui Ricardo , DJ Kim, Espaço Musas, Barrako 27, DJ ZKA, RC, Sketxz, Natz e Colher para Semear (Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais ).

No seu web é possível encontrar contactos, programas de actividades e textos de muito interesse relacionados com as licenças e o mundo da cultura livre.

Copyriot – manifesto

Em defesa do conhecimento
e da cultura para todos

No mundo de hoje, regido pela febre do consumo e pelo dinheiro, a espiritualidade do ser humano, a sua criatividade, o conhecimento acumulado ao longo de milhares de anos, o rico mosaico de culturas que conforma a espécie, estão seriamente ameaçados. Seria de estranhar que algo de tão importante escapasse à protecção das leis. E, de facto, não escapa. Mas os interesses económicos das multinacionais adulteraram todo o sentido destes conceitos. O que deveria servir a criação transformou-se em protecção ao investimento, impedindo inclusivamente o exercício efectivo dos direitos mais elementares do homem, tais como o direito à vida, ao conhecimento, à sua identidade, ao seu direito a participar activamente na vida espiritual da sociedade.

Actualmente, o regime de direito de autor não satisfaz as necessidades da sociedade nem está de acordo com as possibilidades que o desenvolvimento tecnológico coloca nas suas mãos. Este sistema transformou-se em legitimador da submissão da cultura às leis do mercado, favorecendo a dominação económica e cultural dos povos.

O direito de autor como direito humano deve ter implícito o equilíbrio entre o direito do autor à sua obra e o direito da sociedade a ter acesso a ela. Este equilíbrio foi quebrado, não a favor dos autores nem da sociedade, mas a favor dos que exercem os direitos em nome dos autores, ou seja, os cada vez maiores monopólios da indústria editorial, informática, biotecnológica e do entretenimento. O exercício dos monopólios exclusivos que a legislação de propriedade intelectual outorga entra frequentemente em contradição com o exercício de direitos humanos tão importantes como o direito à saúde, à vida, ao conhecimento e à educação. E são sempre estes que saem a perder.

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